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18:07
sábado
13 abr 2013

"Chimpanzé de Michael Jackson abandonado pela família"

"O animal, agora com 27 anos – já coberto de pêlos brancos – ainda ouve as músicas do dono, que morreu em 2009.
Bubbles nunca chegou a ser visitado pelos filhos de Michael (Prince, Paris, e Blanket) desde que foi levado para o Center for Great Apes, na cidade Wauchula, localizada no centro do estado da Flórida, em 2005.
A última e única visita foi a da irmã de Michael, La Toya Jackson, que foi ver Bubbles em 2010.
Os funcionários do local disseram que o chimpanzé não foi incluído no testamento de Michael.
Bubbles foi resgatado por Michael em 1983, de um centro de pesquisas onde era usado como cobaia. O animal era vestido como uma pessoa, servia gelado sozinho e ainda conseguia executar o característico passo do antigo dono, o moonwalk."

não sei por onde começo... o michael jackson adoptou um chimpazé que era cobaia num laboratório (esta é a parte boa mas daqui para a frente é sempre a descer), baptizou o macaco de "bolinhas" e vestiu-o com roupinhas de criança (okay...).
o macaco imitava o dono, comia gelado e ainda ouve as músicas do dono (com direito a lágrima)... e agora rebenta a notícia que não foi incluído no testamento e a família do falecido dono não o visita.

a grande conclusão é que somos todos primatas, muito parecidos, e o bolinhas é um chimpazé, não é um macado (juro que tinha decidido não comentar os nomes dos "filhos" do rei da pop: príncipe, paris e lençol, mas não resisti)

 
rui duarte
01:39
quinta-feira
11 abr 2013

dalai lama (em inglês)


 
rui duarte
19:15
quarta-feira
03 abr 2013



 
rui duarte
23:50
sábado
30 mar 2013

coco chanel


 
rui duarte
23:30
quinta-feira
28 mar 2013

só para comparar


(não tem assim tanta piada mas deu-me para rir)

 
rui duarte
09:00
sexta-feira
22 mar 2013



 
rui duarte
11:14
segunda-feira
11 mar 2013



 
rui duarte
 
11:44
domingo
10 mar 2013

Maurits Cornelis Escher, alhambra e tesselação
para começar, uma definição retirada da wikipédia:

"tesselar é cobrir uma superfície com um padrão de figuras planas, de modo que não existiam nem espaços entre elas, nem sobreposições, ou seja que o seu tamanho total seja igual ao espaço particionado. a palavra parece ter origem na palavra latina, tessela que é uma pequena peça cúbica de barro, ou vidro usada para fazer mosaicos"

os seguintes "mosaicos" estão nas paredes do complexo palaciano de granada, mais conhecido como alhambra e são exemplos típicos de tesselação:



há muitas destas decorações no palácio e é uma das principais razões porque é conhecido.



uma curiosidade é que na complexa engenharia de software moderna usam-se estes padrões para resolver problemas complicadíssimos.

e a real curiosidade é que desde miúdo adoro as ilustrações de um holandês meio louco que se chamava senhor escher. e descobri há relativamente pouco tempo que foi nestes padrões engenhosos que ficou a conhecer numa visita a alhambra que obteve inspiração para o que fez toda a vida e fez com que fosse conhecido. a sério, adoro estas coisas:



(o primeiro não tem muito a ver com esta publicação, é um auto-retrato do autor que também adorava perspectivas)



(este do peixe que se transforma em pato, ou vice-versa, é um dos seus trabalhos mais simples, mais bonitos e mais famosos)



(os trabalhos foram-se tornando mais complexos e começaram a fugir do papel, este é o "espelho mágico")



(não sei o título deste mas o que se vê no caderno, de onde saem as lagartixas, é um painel muito conhecido deste senhor)

finalmente, o meu preferido (e o de muita gente), a mão que desenha a mão:



lembro-me que sempre que ia a uma feira de livros e encontrava alguma coisa do senhor escher não ia embora sem o comprar (a não ser que fosse um livro de ricos, daqueles que custam pra cima de um ror de dinheiro). tornou-se uma espécie de vício e lembro-me que a última coisa que comprei foi um livro de postais (que entretanto despegaram-se todos) que tinha uma ilustração lindíssima na capa, a do peixinho no pântano (o seu título é "três mundos"), muito bonito:



não resisto a deixar mais alguns exemplos e provas que o homem era meio doido:







passou a vida inteira a fazer destas coisas (outro facto interessante é que estas ilustrações eram feitas em litografia - gordura em cima de uma pedra lisa - ou xilografia - relevos na madeira, como se fosse um carimbo)

desconfio que já conhecias estes desenhos, há muitas referências no cinema e toda a cultura moderna. e eu gosto destas coisas.

 
rui duarte
00:06
quarta-feira
20 fev 2013

"harlem shake"


até agora este é o mais bizarro e tem piada, sinal que o fernando mendes continua a dar cartas no preço certo (atenção: a produção do preço certo fez este vídeo com esta intenção)

 
rui duarte
22:41
terça-feira
19 fev 2013

"harlem shake" no bar da barreirinha


sim... esta "moda" (que diz que é a "viral" e a sucessora do "gangnam style") já chegou à madeira.
a interpretação regional com mais sucesso é, até agora, a do bar da barreirinha (aquele por cima da praia, ao lado da igreja e que tem uma esplanada onde começou a página em branco)

 
rui duarte
15:03
domingo
17 fev 2013

a solução (2x2x2)


porque já me estou a passar (teoria: todos os problemas complicados têm uma abordagem lógica e racional que os torna simples e "lidáveis")

 
rui duarte
11:46
segunda-feira
04 fev 2013

rihana - only girl (in the world)


é fácil gostar destas coisas quando o nosso cérebro é apanhado distraído... nos últimos dias ouvi várias vezes esta música e facilmente consigo concluir que gosto (mesmo que seja uma música da tanga com uma mensagem batida... mas eu gosto do som da voz da rihana)

 
rui duarte
11:57
sexta-feira
01 fev 2013

coisas que se diz ou devia dizer
eu gosto destas coisas, não porque ache que faz alguma diferença se forem postas em prática mas porque dá uma certa satisfação pensar que o vidro do nosso telhado aguenta mais pedras que os outros (ou então, que mandem pedras à vontade porque não me importo e nem entro em lutas com pedras).
muitas destas coisas que vou lendo fazem-me pensar um bocadinho antes de abrir a boca ou tomar certa decisão (mas, mais uma vez, vai dar ao mesmo).

gostei de ler principalmente porque está em português de portugal (uma espécie em vias de extinção) e copiei o artigo completo porque não tenho pachorra para seleccionar:



Quer fazer uma grande diferença na vida de alguém? Aqui estão coisas que deveria dizer todos os dias aos seus colaboradores, colegas, família, amigos e toda a gente com quem se preocupa:

“Aqui está o que eu penso.”

É a sua pessoa que está no comando, mas isso não significa que é mais inteligente, informado ou perspicaz que todos os outros. Reveja as suas frases e decisões. Dê razões. Justifique-se com lógica e não com posição ou autoridade.
Apesar de levar algum tempo a explicar as suas decisões, abrir o jogo e essas decisões para discussão ou critica, também possibilita a melhoria das suas decisões.
A autoridade pode fazer com que esteja “certo”, mas a colaboração faz com que todos estejam certos – e faz com que todos puxem para o mesmo lado.

“Estava errado.”

Certa vez surgiu-me uma ideia que pensava ser um plano incrível para melhorar a produtividade como um todo, movendo uma equipa inteira para uma disposição diferente da atual numa linha de produção em aberto. A inconveniência para a equipa era considerável, mas a recompensa parecia valer a pena. No papel, era perfeito.
Na prática, não era.
Então, algumas semanas mais tarde encontrei-me com a equipa e disse:”Eu sei que não pensaram que isto iria funcionar, e estavam certos. Eu estava errado. Vamos voltar para a vossa disposição original.”
Senti-me péssimo. Senti-me estúpido. Tinha a certeza que acabava de perder todo o respeito que tinham por mim.
Acontece que estava errado sobre isso, também. Mais tarde, um funcionário disse-me:”Não sei quem você é, mas o facto de estar disponível para admitir que estava errado disse-me tudo o que precisava de saber.”
Quando estiver errado, diga que está errado. Não vai perder o respeito – vai ganhá-lo.

“Isso é fantástico.”

Ninguém recebe elogios suficientes. Ninguém. Escolha alguém – qualquer um – que faz ou fez algo bem e diga, “Uau, isso foi fantástico, como é que fez…”
E sinta-se livre para voltar atrás no tempo. Por exemplo, “há uns tempos, estava a pensar em como lidou com a questão do colaborador no mês passado…” pode não só ter um impato positivo hoje como poderá ter mais tarde. (Pode ter um grande impato porque mostra que ainda se lembra do que aconteceu no mês passado e que ainda pensa sobre isso.)
O louvor é um presente que custa a quem o dá, mas tem um valor inestimável para quem o recebe. Comece a louvar. As pessoas à sua volta vão gostar de si por isso – e você passará a gostar um pouco mais de si também.

“Seja bem-vindo.”

Pense sobre o momento em que deu uma prenda a alguém e o recetor pareceu desconfortável ou estranho. A reação dele tirou-lhe um pouco do seu entusiasmo, certo?
Pode acontecer-lhe a mesma coisa sempre que lhe agradecem, cumprimentam ou elogiam. Não estrague o momento ou a diversão da outra pessoa. Ser o centro das atenções pode fazer com que se sinta desconfortável ou inseguro, mas tudo o que tem a fazer é um contato olhos nos olhos e dizer: “Obrigado.” ou um contato ocular e dizer: “Seja bem-vindo. O prazer é todo meu.”
Não deixe que os agradecimentos, congratulações ou elogios sejam tudo sobre si. Torne-os um pouco sobre a outra pessoa também.

“Pode ajudar-me?”

Quando precisa de ajuda, independentemente do tipo de ajuda que precise ou da pessoa que precise, apenas diga, com sinceridade e humildade, “pode ajudar-me?”
Prometo que vai conseguir a ajuda pretendida. E no processo vai ainda mostrar vulnerabilidade, respeito, e uma disposição para ouvir – o que, aliás, são todas as qualidades de um grande líder.
E são todas as qualidades de um grande amigo.

“Sinto muito.”

Todos nós cometemos erros, então todos nós temos razões para sentirmos a necessidade de nos desculpar: palavras, ações, omissões, falhas em melhorar, mostrar apoio…
Diga que lamenta e peça desculpa.
Mas nunca seguir um pedido de desculpas com um aviso tipo “mas eu estava verdadeiramente chateado porque…” ou “mas eu pensei que estava a…” ou qualquer outra frase que, de alguma forma, tente colocar o mínimo de culpa possível na outra pessoa.
Peça desculpa, diga qual a razão, e fique com todas as culpas. Nem mais nem menos.
Depois, ambos vão querer começar tudo de novo, felizes da vida.

“Pode mostrar-me?”

Os conselhos são temporários, o conhecimento é para sempre. Saber o que fazer ajuda, mas saber como ou porque fazer significa tudo.
Quando pede para ser ensinado ou que lhe mostrem qualquer coisa, acontecem várias coisas: implicitamente está a mostrar que respeita a pessoa que dá o conselho, mostra que confia na sua experiência, habilidade e conhecimento, e começa a avaliar melhor o valor do conselho.
Não basta pedir por informação. Peça para que lhe ensinem ou treinem ou mostrem.
Aí, ambos saem a ganhar.

“Deixe-me dar-lhe uma mão.”

Muitas pessoas vêem o pedido de ajuda como um sinal de fraqueza. Então, existem muitas pessoas a hesitar em pedir ajuda.
Mas todos precisamos de ajuda.
Não basta dizer: “há algo em que possa ajudar?” A maioria das pessoas irá dar-lhe uma resposta reflexiva e automática “Não, estou apenas a procurar,” tipicamente dada aos vendedores nas lojas e concluir com: “Não, está tudo bem.”
Seja específico. Encontre algo em que pode realmente ajudar. Diga “tenho alguns minutos. Posso ajudá-lo a terminar isso?” Ofereça de uma forma que transmita um espírito colaborativo, e não paternalista ou gratuito. Modele o comportamento que quer ver nos seus colaboradores.
Depois arregace as mangas e ajude.

“Gosto de ti.”

Não, não no trabalho, mas em todos os lugares que o quer dizer – e todas as vezes que o sinta.

Nada.

Por vezes, a melhor coisa a fazer é não dizer nada. Se está chateado, frustrado, ou com raiva, fique calado. Poderá pensar que um pouco de ar o fará sentir melhor, mas nunca faz.
Esta ideia é especialmente verdadeira quando os seus colaboradores estão em causa. Os resultados vêm e vão, mas os sentimentos são para sempre. Critique um colaborador num ambiente de grupo e irá parecer-lhe que, eventualmente, ele percebeu a mensagem, mas por dentro, ele não percebeu. Nem vai perceber.
Antes de falar, gaste mais tempo a considerar como os colaboradores irão pensar e sentir em vez de avaliar se a decisão faz sentido. Poderá facilmente recuperar de um erro cometido por causa de dados imprecisos ou projeções mal realizadas.
No entanto, nunca irá recuperar de um erro infligindo a auto-estima do colaborador
Fique quieto até que saiba exatamente o que dizer – e o efeito exato que as suas palavras terão.

 
rui duarte
11:14
sexta-feira
01 fev 2013



 
rui duarte
21:03
sábado
19 jan 2013

balões
eu tenho medo que os balões rebentem. não gosto do barulho! mas ainda assim arrisquei a minha vida para fazer a surpresa à Paula.



quando era miúda jogava balão com o meu irmão eduardo. deitavamo-nos no sofá, um de cada lado, pés para cima e começava o jogo. só valia acertar-lhe com os pés e não podíamos deixar cair porque perdíamos. passávamos horas nisso. já há muito tempo que não pegava em balões, soube bem. só espero que goste :/

 
palmira maria
02:24
quinta-feira
17 jan 2013

darwin


"uns morrem e outros ficam assim"

(não sei como me lembrei disto e até acho um bocado parvo mas tive que escrever)

 
rui duarte
16:09
domingo
13 jan 2013

han solo


 
rui duarte
 
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rui duarte

palmira maria