escritas com a etiqueta "arte".
12:48
sábado
13 abr 2013

o beijo do senhor rodin


diz que hoje é o dia do beijo e rodin lê-se "ródã"

 
rui duarte
11:36
sábado
30 mar 2013

depeche mode - delta machine


estou a ouvir o último álbum de depeche mode e estou a gostar (ainda vou na segunda música mas é daqueles dados adquiridos)

 
rui duarte
14:44
sábado
16 mar 2013

uma das prendas mais lindas


é por isto que eu gosto (assim) de ti.

nota:
nunca li aqueles livros do stephen king (apenas vi o filme inspirado num dos contos de um dos livros) e o livro do cubo de rubik vai dar jeito, acredita.

 
rui duarte
11:44
domingo
10 mar 2013

Maurits Cornelis Escher, alhambra e tesselação
para começar, uma definição retirada da wikipédia:

"tesselar é cobrir uma superfície com um padrão de figuras planas, de modo que não existiam nem espaços entre elas, nem sobreposições, ou seja que o seu tamanho total seja igual ao espaço particionado. a palavra parece ter origem na palavra latina, tessela que é uma pequena peça cúbica de barro, ou vidro usada para fazer mosaicos"

os seguintes "mosaicos" estão nas paredes do complexo palaciano de granada, mais conhecido como alhambra e são exemplos típicos de tesselação:



há muitas destas decorações no palácio e é uma das principais razões porque é conhecido.



uma curiosidade é que na complexa engenharia de software moderna usam-se estes padrões para resolver problemas complicadíssimos.

e a real curiosidade é que desde miúdo adoro as ilustrações de um holandês meio louco que se chamava senhor escher. e descobri há relativamente pouco tempo que foi nestes padrões engenhosos que ficou a conhecer numa visita a alhambra que obteve inspiração para o que fez toda a vida e fez com que fosse conhecido. a sério, adoro estas coisas:



(o primeiro não tem muito a ver com esta publicação, é um auto-retrato do autor que também adorava perspectivas)



(este do peixe que se transforma em pato, ou vice-versa, é um dos seus trabalhos mais simples, mais bonitos e mais famosos)



(os trabalhos foram-se tornando mais complexos e começaram a fugir do papel, este é o "espelho mágico")



(não sei o título deste mas o que se vê no caderno, de onde saem as lagartixas, é um painel muito conhecido deste senhor)

finalmente, o meu preferido (e o de muita gente), a mão que desenha a mão:



lembro-me que sempre que ia a uma feira de livros e encontrava alguma coisa do senhor escher não ia embora sem o comprar (a não ser que fosse um livro de ricos, daqueles que custam pra cima de um ror de dinheiro). tornou-se uma espécie de vício e lembro-me que a última coisa que comprei foi um livro de postais (que entretanto despegaram-se todos) que tinha uma ilustração lindíssima na capa, a do peixinho no pântano (o seu título é "três mundos"), muito bonito:



não resisto a deixar mais alguns exemplos e provas que o homem era meio doido:







passou a vida inteira a fazer destas coisas (outro facto interessante é que estas ilustrações eram feitas em litografia - gordura em cima de uma pedra lisa - ou xilografia - relevos na madeira, como se fosse um carimbo)

desconfio que já conhecias estes desenhos, há muitas referências no cinema e toda a cultura moderna. e eu gosto destas coisas.

 
rui duarte
01:12
domingo
10 mar 2013

a ideia do senhor toynbee
foi o melhor filme que eu vi nos últimos tempos (anos?), finalmente uma história que eu não fazia ideia como vai terminar e que não se torna aborrecida ao ponto de andar só este bocadinho para a frente ou deixar de prestar atenção por uns minutos porque "não se perde nada"



é um documentário de 2011 que me surpreendeu ao ponto de ser feita aquela reflexão triste: eu já nem estava à espera de um filme de jeito (porque já nem me lembrava que existiam)



a ideia de toynbeen é um bocado complicada (talvez porque é complicado conceber a possibilidade de misturar filosofia com inteligência) mas, resumidamente, os animais (incluindo as pessoas) são composto por partículas minúsculas de matéria que constituem as moléculas que, por sua vez, formam as células que são parte dos tecidos que fazem parte dos órgãos. isto bem batido faz um organismo (um corpinho).
aquelas partículas mais pequenas, talvez ao nível do átomo (que, apesar de vir do grego "indivisível", já se conseguiu dividir), possuem um possível "estado" e... se for possível memorizar todas as "partículas minúsculas" de um organismo juntamente com o seu "estado" num determinado instante então é possível reproduzir um humano (ou um cão ou uma lula, tanto faz) com todos os seus traços, memórias etc, tal e qual.

isto parece ficção científica mas só não é praticável porque (ainda) não existem meios para isso.

 
rUI dUArtE
22:51
segunda-feira
25 fev 2013

o meu quarto vai ficar ainda melhor




 
palmira maria
00:54
domingo
24 fev 2013

Cada coisa em seu lugar
A cara lavada
com água e sabão
camisa rasgada
agulha e botão

Berlindes no bolso
o lápis na mão
cadernos na mala
manteiga no pão

O sol no olhar
as pulgas no cão
gaivotas no mar
formigas no chão

A mãe à janela
O pai no portão
no peito a bater
o meu coração

No peito a bater
o meu coração
No peito a bater
o meu coração.

(Cantigas e Cantigos)

 
rui duarte
11:59
sábado
23 fev 2013

óscares (miniatura)
sim, os óscares são entregues amanhã à noite e, agora que falo nisso, tenho curiosidades a ver com o pai do mickey.



a estatueta dourada mais famosa do mundo (dominado pela américa) tem 35 centímetros e apenas mudou de tamanho uma vez, quando o walt disney ganhou o prémio com o filme de animação da branca de neve e os sete anões. deram-lhe uma estatuazinha normal e sete miniaturas.

foi este senhor o primeiro que se referiu à estatueta como "óscar" (e foi uma das fundadoras do prémio que disse que, de costas, a estátua era parecida com o seu primeiro marido, óscar)

 
rui duarte
16:59
terça-feira
15 jan 2013



 
rui duarte
 
15:17
quarta-feira
09 jan 2013

othello (ou reversi)
não sei explicar as regras assim de repente mas posso dizer que não tem nada a ver com damas ou xadrês (é muito diferente mas não deixa de ser extremamente táctico - eu acho que a estratégia perfeita é deixar que o adversário pense que está a ganhar)



ia investigar o nome em chinês (ou outra língua asiática qualquer - e eu sei que é mandarim que se diz) mas descobri que se trata de uma coisa recente, com origem no japão e chamam-lhe só othello:

"When Japanese Salesman Goro Hasegawa, 44, invented his simple board game in 1971, his father, a Shakespearean scholar, duly noted that the appeal of the game was based on a series of "dramatic reversals." Perhaps, he suggested, it should be called Othello"

também descobri que existe campeonato mundial (todos os anos desde 1977) e o campeão mundial dos homens tem 27 anos, é um barbeiro japonês e não tem vida social e, nos femininos, a campeã em título é sueca (mas eu estava à espera que fosse asiática ou então uma pessoa "especial")

 
rui duarte
18:17
domingo
30 dez 2012

o quebra-nozes
"Щелкунчик (Shchelkunchik, O Quebra-Nozes) é um dos três balés que Tchaikovsky compôs. Foi estreado em 17 de dezembro de 1892 no Teatro Mariinsky, em São Petersburgo, então a capital da Rússia imperial." (retirado da wikipédia)

O ballet conta as aventuras de um quebra-nozes de aparência humana, vestido como um soldado. A protagonista, Clara, gostou tanto dele que o pediu como presente de Natal ao seu padrinho. Assim, o senhor Herr Dosslmeyer, fabricante de relógios, disse: "Era precisamente para ti". A Clara experimenta-o e vê que ele quebra as nozes sempre sem perder o seu sorriso e também com grande eficácia. O seu irmão Fritz, que tinha visto o quebra-nozes, também quis usá-lo, mas escolheu as nozes maiores que havia no cesto e parte-lhe um dos braços. Então, o pai, o juiz Stahlbaun, entrega à filha o seu quebra-nozes como propriedade exclusiva, tendo Fritz que sair para brincar com os seus brinquedos.
Depois a Clara encontra o braço e abraçou o quebra nozes até adormecer e sonha que aparecem muitas ratazanas enormes. A casa desapareceu e ficaram árvores enormes no sítio onde estavam os móveis e não foi só isso que mudou: o Quebra-Nozes de Clara agora é um soldado de carne e osso e tem às suas ordens um pelotão de soldados como ele.
Começa uma batalha entre as ratazanas e o pelotão do Quebra-Nozes mas os soldados vencem a batalha com sapatos enormes que atiram às ratazanas, obrigando-as e ao seu rei a fugir.
O bosque torna-se numa linda estufa de inverno e o Quebra-Nozes transforma-se num lindo príncipe, que leva Clara até o Reino das Neves, onde a apresenta ao rei e à rainha (Fim do 1º Acto).
Clara e o príncipe Quebra-Nozes seguem para o Reino dos Doces pelo Caminho da Limonada, onde muitos pastéis de todos os reinos do mundo dançam com os dois.
Depois desse sonho tão mágico e fantástico, Clara acorda e percebe que estava a sonhar, e fica triste. Vai-se despedir do padrinho que tinha ido para casa na companhia do sobrinho. Então, para surpresa de Clara, o tal sobrinho é o príncipe Quebra-Nozes. (Assim acaba o 2º e último Acto)

(posso acrescentar que estou com um desgosto de encontrar um artigo tão mal escrito na wikipédia, tentei traduzir para português de portugal e adaptar o texto ao máximo mas acho que mais valia ter escrito de novo - é vergonhoso e embaraçoso ter que ler este conteúdo assim)

uma piada relacionada com quebra nozes:



outra cena russa tradicional são as bonecas matryoshka (não tenho a certeza que é assim que se escreve mas é parecido), uma dentro da outra.



gosto muito de coisas feitas em madeira (e, falando nisso, da entrada pequenina do imaginarium)



 
rui duarte
17:30
sábado
29 dez 2012

twiggy
para mal da humanidade, um dos ícones dos anos sessenta foi esta senhora (menina?) que tinha 1,67m, 42 kg e as medidas 82-59-82.



o seu nome verdadeiro é lesley hornby e foi lançada pelo fotógrafo nigel john davies mais conhecido por "justin de villeneuve" (aposto que era ele que escolhia as cortinas e as flores lá para casa). ela ficou conhecida por twiggy porque "twig" significa "pau fininho" na língua dos bifes.

infelizmente foi esta referência que o mundo da moda herdou e eu tenho duas teorias: a mais consistente é que já havia bichanice no mundo da moda quando os beatles eram novos (ou seja, não tem a ver com o gosto masculino, é antes uma forma de arte distorcida tal como os quadros do picasso). a outra teoria é que com modelos assim não se gasta muito tecido e os vestidos ficam mais baratos (digamos que elas podem comprar roupa na secção de criança da zara)

esperemos que esta moda seja ultrapassada (ou, como diria o grande sábio, que passe de moda)

 
rui duarte
12:08
terça-feira
18 dez 2012

120 anos de quebra-nozes


parece-me uma boa história para desenvolver (quando houver disponibilidade)

 
rui duarte
19:01
terça-feira
04 dez 2012

Bill Plympton
faz desenhos animados com um estilo muito próprio, teve direito a um "couch gag" no início de um episódio dos simpsons



muito bom mesmo. já agora fica uma pequena amostra do senhor plympton:



acho que nunca te disse que adoro (muito mesmo) curtas de animação. esta paixão começou com o programa "cinema de animação" da autoria e com apresentação do senhor vasco granja que morreu há três anos ou assim (ele tinha um problema, era comunista e escolhia "ao acaso" filmes da antiga checoslováquia e outros países com os pés frios)



diz que o programa começou em 1974 e durou 16 anos, é um grande marco e o senhor pavlov fez-me adorar o homem

 
rui duarte
14:10
terça-feira
04 dez 2012


eu não reparei, no dia 12 de novembro (há mais de meio mês) o senhor rodin (lê-se "rodan") faria 172 anos (mas este francês já morreu há muitos anos)

a obra mais famosa do pai da escultura moderna é o pensador (que toda a gente fala) mas existe uma obra inacabado que eu gostei (pela ideia) e sempre pensei que era em fátima (onde as velhas queimam as velas)



"A commission to create a portal for Paris planned Museum of Decorative Arts was awarded to Rodin in 1880. Although the museum was never built, Rodin worked throughout his life on The Gates of Hell, a monumental sculptural group depicting scenes from Dante´s Inferno in high relief. Often lacking a clear conception of his major works, Rodin compensated with hard work and a striving for perfection" (retirado da wikipédia)

e ainda tem outra famosa, trata-se de um "fragmento" (eu não percebo nada disto mas deve ser porque não é um corpo completo, falta aquela parte importante - a cabeça), o caminhante (walking man)


sei lá porquê (talvez porque é a três dimensões), a arte que eu gosto mais é a escultura

 
rui duarte
02:22
quinta-feira
15 nov 2012



 
rui duarte
12:58
sexta-feira
26 out 2012

golpe de estado
tenho andado a pensar nisto... como mudar realmente as coisas? como acabar com a política como a conhecemos, destituir as personalidades e os vícios?

desde há muito tempo, mesmo na altura das vacas gordas, que ouço constantemente as pessoas comuns dizerem que o governo não presta, que abusam dos cargos, que não sobra muito para o povo e depois faz-se a vénia ao político e arrasta-se o rabinho quando se vai falar com o "senhor doutor". nunca cheguei a perceber o motivo dessa submissão e muito menos porque é que "este é pior que o anterior" quando já se sabia que este ia ganhar.
foi mais ou menos quando percebi que as pessoas são egoístas (e estabeleci esse padrão político) que decidi não ligar a esse assunto. diz-se mal porque não se está naquele lugar e temos inveja de quem está (quem mais diz mal menos bem faz e andamos sempre nisto, por inveja, poder e egoísmo)


a questão ficou-me na cabeça: como retirar "quem lá está de onde está" sem os substituir por outros iguais? a resposta é óbvia... é acabar com o sítio onde "eles" estão. substituir o sistema por um novo, melhor e mais justo (mas como as pessoas não mudam isto é impossível)

é a pescada de rabo na boca com sexo de anjo, eu sei, e por isso é a ideia perfeita para um livro: "manual de instruções para um golpe de estado" (ou "como acabar com o mundo")

nota escola:
tenho noção que uma reviravolta destas não vai acontecer porque seria a mesma coisa que os alunos de uma turma da primária não gostarem da professora e quererem outra ou "recreios maiores" mas ela é que sabe! e também há aquela de vivermos num país onde as pessoas não estão habituadas a ser eficientes ou eficazes (não sei bem a diferença entre estes dois termos mas sei que há)

 
rui duarte
 
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palmira maria