escritas com a etiqueta "história".
21:32
sexta-feira
09 mar 2012

ukelele

nota histórica:
é a "interpretação hawaiana" do cavaquinho português. foi levado para o hawaii por imigrantes portugueses no século 19 e as suas quatro cordas encantaram a malta dos colares e das saias de palha (o george clooney também deve gostar, apenas não sabe correr)

 
rui duarte
18:36
segunda-feira
20 fev 2012

windows 8
o novo logotipo da microsoft foi apresentado hoje:



nota:
a história e um certo padrão ensina-nos que este sistema operativo será có-có, mas vamos esperar para ver, não é verdade?...

 
rui duarte
17:36
quinta-feira
09 fev 2012

Zeruda no Densetsu
provavelmente o melhor jogo deste género, foi criado pela nintendo em meados da década de 80 e continua a ser um dos melhores porque vai-se mantendo actualizado. a versão mais actual do jogo é para a consola wii e trata-se de um trabalho lindíssimo, a três dimensões e com efeitos gráficos e jogabilidade maravilhosa.



o género de jogo é RPG ou "role playing game" em que se desempenha o papel de uma personagem dentro de uma espécie de narrativa

gosto muito desta história, o nosso herói não passa de uma criança com muita coragem e um coração grande, a zelda é a princesa do reino que está em perigo (a razão muda de jogo para jogo, normalmente é uma personagem má que quer o trono) e há uma profecia que diz que apenas aquele que empunhar a espada mágica ou quebrar um selo ou etecetera, etecetera é que a conseguirá salvar (a história varia muito em cada jogo)

no decorrer do jogo não se vê muito a princesa zelda, até há quem diga que o jogo deveria chamar-se "a lenda de link"

mas é tudo muito poético e bonito, os japoneses sabem bem o que fazem, a começar pela banda sonora!
não sei se é por gostar tanto do jogo e ter passado tanto tempo de volta dele ao longo da vida mas acho que o tema musical do jogo é apaixonante:



esta interpretação foi feita a duas vozes no violino, tocadas pela mesmo pessoa (e depois sobrepostas, porque a rapariga só consegue tocar um violino de cada vez)
não sei quem ela é mas dá-me a impressão que concorreu a um daqueles "mostra que tens talento" na televisão e agora é uma espécie de estrela na internet (a música e o vídeo estão muito bonitos)

o que me fez lembrar a lenda da zelda?

ontem estava a navegar pela internet e quando cheguei a uma página inexistente estava a informação de "ligação morta" ("you found a dead link", muita piada...)

nota fonética:
o título desta escrita significa "a lenda de zelda" e está escrito em japonês ocidentalizado (pegam no som de cada letra e constroem palavras como um japonês as diria. "battle royale", um filme que eu gostei imenso do realizador japonês que eu mais gosto e o único que eu sei o nome de cor, tem o título original "batoro royaru")

trabalho de casa:
terás que fazer uma pesquisa utilizando a ferramenta para esse efeito nesta página, à direita desta escrita, pela palavra "zelda"

ainda mais uma nota:
diz que para estarmos realmente especializados em alguma coisa temos que lhe dedicar 10000 horas (escrevi isto só para não me esquecer, depois já cá volto a este assunto...)

 
rui duarte
06:34
quarta-feira
01 fev 2012

naus portuguesas

transportavam (entre mais coisas) esperanças e saudades.

gosto delas (com a suas cruzinhas dos templários)

 
rui duarte
11:39
sábado
28 jan 2012

gelados de outros tempos


este "cartaz" dos gelados olá trouxe-me recordações...
lá foi o tempo em que não havia muita diversidade mas comer um gelado era uma emoção

já não tinha ideia que um perna de pau custava doze escudos e meio mas lembro-me que não se vendiam muitos cornetos porque eram muito caros, vinte e cinco escudos! e naquele tempo, com apenas uma nota de vinte escudos comprava-se um bolo, um sumo, um pacote de bolachas com creme e alguns rebuçados...

já existia o super maxi (e o meu preferido de sempre, perna de pau), "krisspi" não levava ípsilon (era aquela letra que a malta ainda estranhava um bocado), faziam epá de morango e até havia um gelado com nome de novela, "dancing days"

 
rui duarte
14:57
quinta-feira
26 jan 2012

bidé (vem do francês, "bidet")
ontem ouvi dizer que o bidé é uma invenção portuguesa porque não se encontra em mais país nenhum (assim dizia o carlos que sustenta esta teoria).
fui investigar à wikipédia e assim aprendi:


O bidé destina-se à lavagem das partes inferiores do tronco (partes íntimas) assim como os pés.

Marc-Antoine Jacoud é conhecido como o inventor do bidé mas existem teorias de que seu inventor seja Christophe Des Rosiers. Trata-se de uma invenção francesa do final do século XVII ou no começo do século XVIII, foi criado por marceneiros da Família Real Francesa, para a rainha da França que se sentia "suja" por não ter um recipiente para lavar suas partes íntimas. Os marceneiros reais criaram uma peça em madeira adaptada ao corpo real. A mais antiga referência escrita de que se tem notícia a respeito do bidé data de 1710.

Por volta de 1900, graças à melhoria no sistema de encanamento das cidades, o bidé saiu do quarto e foi para a casa-de-banho.

nota histórica:
há uma história bastante conhecida em torno de uma visita da então jovem rainha de inglaterra a portugal que ficou bastante surpreendida com aquele objecto no quarto de banho do hotel, perguntou aos funcionários e explicaram-lhe que servia para o banho checo ("chec-chec-chec...")

eu acho que tem muita lógica aquilo estar na casa de banho, bendito seja o bidé.

 
rui duarte
13:11
terça-feira
17 jan 2012

"kit-poncha" (e bolo do caco)
mais uma boa ideia de negócio que a nossa querida venda velha soube explorar, um conjunto para que as pessoas façam a sua própria poncha (é mais para turista gostar e levar lá para o seu país estrangeiro...)



custa cerca de 30 euros e inclui uma pequena garrafa de aguardente, boião(zito) de mel, saquinho de amendoins, pau de poncha, dois copos "roubados da venda velha", pau de poncha e chaveiro e brincos em forma de pau de poncha:



eu já experimentei e posso dizer que a aguardente é de má qualidade (não que eu seja um provador experimentado mas é porque não sabe bem e é fraquinha, 39% de álcool não é grande coisa se compararmos com a aguardente caseira que deixa um cheirinho a cana quando se tira a rolha) e que incluem laranja na receita da poncha e por isso não estão a seguir a verdadeira tradição



bem... sempre ouvi dizer que todas as pessoas contam as histórias à sua maneira, cada um adiciona qualquer coisa de si (uma opinião, um ênfase ou um exagero, etecetera) e também é verdade que cada um ouve o que quer

é por isto e também devido ao marketing e ao "jeito para o negócio" que as tradições se reinventam... (mas vão-se lixar, a melhor poncha apenas leva aguardente, mel e limão)

nota culinária:
há uns tempos descobri que o bolo do caco com manteiga de alho (um petisco que eu gosto muito!) teve a sua origem num restaurante que se chamava "espadarte" e fechou portas há muitos anos (entretanto tornou-se a casa do futebol clube do porto mas encerrou no início deste ano)
a história do pão com manteiga d´alho é muito simples, o dono desse restaurante tinha estado em áfrica e pretos gostavam de derreter a manteiga para lhe acrescentar salsa e alho (talvez também pimenta mas isso já não pegou) e decidiu experimentar lá no seu restaurante. foi um sucesso e toda a gente copiou.



e assim nasceu uma tradição (nos anos oitenta) e não admira que os nossos pais não se lembrem de bolo do caco com aquela manteiga na sua infância (e desta vez não podem culpar o salazar)

 
rui duarte
11:16
quarta-feira
11 jan 2012



(o rato mickey e o coelho oswald)

 
rui duarte
23:01
domingo
08 jan 2012

herman hollerith
era um método muito "rústico" mas pode-se dizer que o processamento de dados moderno começou com a invenção de um americano que foi patenteada há exactamente 123 anos (a efeméride é esta)



a grande novidade foi o uso da electricidade neste tipo de tarefas. as suas máquinas foram usadas para realizar os censos da américa num tempo recorde de 1 ano enquanto que os anteriores, feitos à mão, demoraram quase oito anos.



a inspiração para este invento, simples cartões perfurados, foram os bilhetes de comboios que eram picados.

e ainda falta dizer que este senhor fundou a sua própria empresa que viria a tornar-se a IBM (e esta?...)

nota inventiva:
hoje descobri que o dia do inventor foi instituído a 9 de novembro mas falo nisso depois

 
rui duarte
13:20
sexta-feira
23 dez 2011

ronald wayne
um pormenor que me escapou desde sempre: a apple (macintosh) foi fundada por dois steves (jobs e wozniak) e por uma terceira pessoa que desistiu pouco tempo depois.


trabalhava na atari onde era colega do steve jobs e diz que este terceiro elemento da aliança foi crucial na altura de convencer o outro steve a demitir-se da HP e fundar a macintosh.
mas, ao contrário dos outros dois, tinha pouco "sangue na guelra" e brilho nos olhos, estava ali para apenas para proteger um interesse financeiro e para tentar afiambrar o steve jobs (sim... o senhor jobs fez essa revelação na sua auto-biografia mas eu não sei se acredito em drogados)

 
rui duarte
08:38
quarta-feira
21 dez 2011

hoje é inverno! (e o fim do mundo)
"é o dia do solstício de dezembro, quando começa o inverno no hemisfério norte e o verão no hemisfério sul. portanto, é o dia mais longo e a noite mais curta no hemisfério sul e o dia mais curto e a noite mais longa no hemisfério norte" (wikipédia)



também vale a pena referir que falta exactamente 1 ano para o fim do mundo ou, como diz quem não tem mais nada que faça, terminará o ciclo de 5125 anos do calendário maia.

 
rui duarte
15:52
terça-feira
20 dez 2011

palmira


(este é o templo sol)

"Palmira (hoje, chamada de Tadmor) era uma antiga cidade na Síria central, localizada num oásis a cerca de 210 km a nordeste de Damasco.
A localização estratégica da cidade, aproximadamente a meio da distância que vai do Mar Mediterrâneo até ao rio Eufrates, tornou-a num ponto de paragem obrigatório para muitas das caravanas que seguiam aí a sua rota comercial.
O nome "Palmira" refere-se, tal como o prenome feminino, às palmeiras - árvore que supostamente existiria aí em grande quantidade"

nota de agradecimento:
retirado da wikipédia
(sabias que, só os portugueses, já doaram 80 mil euros à wikipédia?)

 
rui duarte
17:59
quinta-feira
08 dez 2011

bom dia tardio e em tons de azul
(em primeiro lugar, apetece-me comer cerejas e isto não é "azul")



muito bem, vamos falar sobre mim:
tenho descurado as horas de sono nas noites passadas e esta foi a vingança... foi o tempo de acordar, "almoçar", fazer uma caminhada forçada, tomar café, tomar um comprimido para a dor de cabeça e começar a trabalhar. o meu dia foi assim até este momento em que estou a escrever.
(hoje não houve notícias dos hackers norte-coreanos que tentam invadir o computador do meu pai para lhe roubar os fados e deixam vírus como recordação... sempre que isto não acontece o dia tem potencial para ser bom)

calças de ganga:


ontem dei a peta que o azul das calças de ganga vem da pedra pomes mas estava redondamente enganado, a pedra pomes é uma coisa mais ou menos recente e não é usada para colorir, apenas para amaciar (houve alguém que se lembrou de meter pedras-pomes nas máquinas de lavar e assim as calças chegavam ao freguês com um aspecto menos novo e prontas a usar).

foram os garimpeiros, pioneiros das calças de ganga, que acharam que faziam boa figura ao tingir as calças com corante azul (chamado indigo, que dantes era feito com extracto de plantas mas passou a ser feito com petróleo) porque era a cor que, quando desvanecida, não dava às calças um aspecto de trapo velho. estes senhores passavam a semana a sujar as calças e bastava entrar pelo rio a dentro com as calças vestidas e esfregá-las com pedras para ficarem "como novas".

trabalhavam com as mesmas calças com que iam dançar ao fim de semana, e foi isto que deu projecção a esta inovadora peça de roupa: era multi-usos e "descontraída" e durava imenso tempo.

voltando às cerejas, estou desesperadamente à procura de uns pequenos chupa-chupas com sabor a cereja e pauzinho verde que me lembro dos tempos de infância.
há-de haver em alguma loja de doces ou mercearia... e ofereço recompensa.

nota:
hoje estou particularmente apaixonado (aliás, como em todos os outros dias, iguais ou parecidos a este)

 
rui duarte
23:00
domingo
04 dez 2011

este é o dolar de singapura. singapura..gosto do nome


 
palmira maria
22:56
domingo
04 dez 2011

isto é singapura, que é um país!


é um micro estado mas não deixa de ser um país e até parece interessante.

 
palmira maria
01:05
domingo
04 dez 2011

lição de história:


a segunda guerra mundial começou a 1 de setembro de 1939 com a invasão da polónia e terminou em 1945, só depois dos alemães terem passado os rabinhos por paris (a capital da europa)

nota geográfica:
omã é um país árabe cuja capital é mascate... mas não vou ficar por aqui, atente-se ao seguinte texto que eu encontrei na wikipédia e tem todo o aspecto de ser chato!

"Antiga Satrapia do Império Persa, e posteriormente, do Sassânida, o Omã só ficou livre desse poder em 632. Em 751, os Ibadis criaram o Emirado do Omã, sendo governado por imames. durante séculos o Omã não passava de um mero país incrustrado no deserto, até que os Portugueses o invadiram em 1508. Em 1659, os Otomanos tomam o Omã e expulsam os portugueses. Em 1741 os Otomanos foram expulsos pelo então proclamado Sultão bin Sultan al Busaid. Inicia-se a era de ouro do sultanato até ao colapso que o país sofreu, em 1891, quando virou um mero protectorado britânico, tornando-se novamente independente em 1971."


(o que não falta é espaço para estender a toalha)

é verdade, os avós dos nossos avós (que se fosse vivos tinham 500 anos) já andaram pela arábia e, se tivessem continuado por lá, éramos todos ricos!

 
rui duarte
 
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