escritas com a etiqueta "hoje sinto-me...".
16:05
sexta-feira
24 fev 2012

jolly jumper


(quero jogar xadrez)

 
rui duarte
09:57
quinta-feira
23 fev 2012

faltam nove dias


 
rui duarte
15:55
segunda-feira
20 fev 2012



 
rui duarte
11:49
sábado
18 fev 2012



 
rui duarte
12:09
sexta-feira
17 fev 2012



 
rui duarte
22:23
quinta-feira
16 fev 2012

...a trepar paredes


 
rui duarte
20:22
quarta-feira
15 fev 2012



 
palmira maria
06:52
terça-feira
14 fev 2012



 
rui duarte
13:38
domingo
12 fev 2012

whitney houston (ideias soltas)


a música é "i will always love you", uma das míticas dos anos 90 que, salvo erro, foi banda sonora do bodyguard com a própria e o kevin costner (o que é feito dele?)

isto vem a propósito da morte da cantora e já agora, a música foi escrita e interpretada originalmente pela dolly parton, uma voz da música country que me cativa



(a versão original é menos intensa mas mais sentida)

quando eu era criança fazia-me confusão as pessoas morrerem... principalmente quando não eram velhas. na minha cabecinha infantil imaginava que os corpos avariavam quando a idade estava avançada e as pessoas já estavam mesmo à espera desse final de garantia mas... porque é que as pessoas mais novas morriam?

uma criança ir desta para melhor seria impensável porque ainda não tinha tido tempo para fazer uma coisa tão má cujo castigo era a morte e essa era a minha desculpa para os não-velhos morrerem: portarem-se mal ou não tomarem conta do corpinho, não existiam cá defeitos de fabrico ou azares

mas eu também pensava que era preciso pagar para trabalhar e que não era preciso deixar dinheiro no supermercado (as filas serviam apenas para dar baixa daquilo que se levava para casa, para depois o senhor que tomava conta mandar vir mais)

eu acho que não sabia bem o que era o dinheiro.

agora já sei que estar vivo é o contrário de estar morto (à primeira vista não parece mas é uma expressão sábia) e que é preciso trabalhar para ganhar o dinheiro que se dá ao senhor do supermercado.

falando em supermercado, uma coisa que eu comprava quase sempre quando passei a fazer as minhas próprias compras eram pêssegos porque eu adoro pêssegos e não se comiam assim tanto na minha terra natal.


relacionado com isto, havia uma senhora gordinha que dormia na rua na zona do supermercado e escrevia com uma letra muito bonita e cuidada num caderno pautado de capa preta (eu gosto dos cadernos com capa preta, antigamente forravam-se com posters da revista bravo ou então imagens rasgadas das "nova gente" das mães).
em primeiro lugar fazia-me muita confusão a mulher não ter muito que comer e ser gordinha e depois também estranhava nunca a ter visto com uma garrafa de vinho ou cerveja ou isso (a tal imagem de marca dos sem-abrigo)

a senhora mantinha-se cabisbaixa mas levantava sempre a cabeça para olhar para mim e de vez em quando sorria (se calhar porque eu usava cabelo longo e barba). uma vez tomei coragem e ofereci-lhe um pêssego em que ela ferrou os dentes assim que imaginou que eu não estava a ver e eu tive vontade de chorar porque se estivesse no lugar dela também ia querer um pêssego.

irrita-me viver com a consciência de pessoas que podem comprar pêssegos mas nem precisam deles. sinceramente não acho que eu mereça estar vivo porque não faço deste mundo um sítio melhor e acho que sou egoísta por dar-me ao luxo de comer pêssegos (que eu adoro).

uma história engraçada tem a ver com a pena de morte nos estados unidos. o rei ou imperador da etiópia ficou fascinado pelas cadeiras eléctricas e mandou logo vir três. aquilo custou para cima de uma pipa de massa e chegou uns tempos depois por avião e só aí lembraram-se que não havia electricidade na abissínia (actual etiópia)
a parte engraçada é que uma das cadeiras ficou a servir de trono real (e as outras duas de reserva)

nota eléctrica:
eu nunca soube e nunca me lembrei ou dei ao trabalho de perceber o funcionamento de uma cadeira eléctrica e também como funciona a injecção letal. vou tratar disso quando me lembrar.

nota amorosa:
vem aí o dia dos namorados, não é?
há dias vi num filme que "i love you" e "i´m in love with you" são coisas diferentes.
desde aí tenho tentado arranjar tradução para isto.

nota manuscrita:
raios, nunca soube nem imagino o que é que a senhora dos pêssegos escrevia no seu caderno de capa preta. confesso que cheguei a pensar em espreitar o caderno num dia em que estivesse a dormir (acontecia muitas vezes) mas ela guardava sempre o tal caderno no meio das tralhas ou então abraçava-se a ele, iria ser uma tarefa complicada... e estive mesmo para meter conversa a esse propósito com ela mas acobardei-me de todas as vezes e depois deixei de a ver.

 
rui duarte
12:58
sexta-feira
10 fev 2012

"tower heist"


eu estava com tanta esperança que isto viesse a ser um filme de jeito mas ainda não foi desta que hollywood conseguiu fazer uma comédia decente com um argumento original e nomes sonantes.

e tinha tanto potencial... com ben stiller, eddie murphy e matthew broderick... mas okay, o elenco também conta com o irmão mais novo do ben affleck que se chama casey e (ainda) não consegue ser tão mau actor quanto o mano (mas aquilo está-lhe no sangue)



poucos ou nenhuns sorrisos e zero gargalhadas (que tristeza) mas eu já devia saber que quando se dá tanto destaque e diz-se tanto bem de alguma coisa é porque é muito boa ou então não presta para nada.

devido às expectativas goradas é o "pior filme do ano" (o primeiro a receber este título em 2012)

 
rui duarte
19:20
quarta-feira
08 fev 2012

"espelho meu, espelho meu..."


(não há, não)

 
rui duarte
18:14
quarta-feira
08 fev 2012

puzzle


um jogo (passatempo) delicioso que não faço há muito tempo. chegou a ser uma das minhas brincadeiras preferidas mas depois de montar "o quadro" uma vez aborrecia-me.

qualquer dia mato saudades.

 
rui duarte
21:18
terça-feira
07 fev 2012

padrões
amanhã vou aceitar um desafio auto-proposto que tem a ver com o título desta escrita.



eu gosto de padrões e vou tentar criá-los.

um padrão, a partir do "patron" francês, é um tipo de tema de eventos recorrentes ou objectos, por vezes referido como elementos de um conjunto de objectos.

(este texto foi retirado da wikipédia em inglês e depois traduzido pelo tradutor do google que está muito mais à frente do que eu tinha recordação, estou impressionado)

curiosidade:
todos os nossos sentidos (que são cinco mas há quem diga que tem mais) são capazes de reconhecer padrões.

antes de terminar:
em todo o lado existem padrões, principalmente na natureza senão isto era tudo ao molho e fé no criador.
falando nele, foi mais ou menos assim que nosso senhor nos fez, apresento-te o homem de vitrúvio desenhado pelo leonardo e explicado por vetrúvio. isto tudo inspirado em ideias que vêm de uma antiguidade muito mais antiga



"um palmo tem quatro dedos
um pé tem quatro palmos
um côvado tem seis palmos
quatro côvados fazem um homem
um passo são quatro côvados
e um homem tem 24 palmos"

significado de côvado:
Medida de comprimento que foi usada por diversas civilizações antigas. Era baseado no comprimento do antebraço, da ponta do dedo médio até o cotovelo. Ninguém sabe quando esta medida entrou em uso (os egípcios, babilónios, etecetera, etecetera, já falavam nisto e... é uma das medidas usadas na bíblia)

já agora... (agora estou entusiasmado)

A proporção de ouro é uma constante real algébrica irracional denotada pela letra grega ϕ (PHI), em homenagem ao escultor Phideas (Fídias), que a teria utilizado para conceber o Parthenon, e com o valor arredondado a três casas decimais de 1,618. Também é chamada de secção áurea (do latim sectio aurea) ou razão áurea, divina proporção, etecetera.

digamos que "a" e "b" satisfazem a razão de ouro quando:

(a+b)/a = a/b

sei que não é interessante mas... eu gosto destas coisas.

 
rui duarte
13:49
quinta-feira
02 fev 2012

a evolução da dança com tesouras (o que é o tribadismo?)
a propósito de the cure e do seu vocalista, robert smith (o ursinho gótico), há dias estive a ver "stalkers" famosos deste senhor (em português diz-se "perseguidor") e encontrei um caso bastante recente em que o cantor chegou a casa e tinha um bando de gente a tirar fotografias... e é claro que ficou danado mas não fez queixa à polícia e até lhes deu uma boleia até ao vilarejo mais próximo (abstenho-me de mais comentários...)



e também descobri que um senhor com o nome artístico "del marquis", guitarrista e fundador dos scissor sisters, antes de ter o seu próprio sucesso gostava tanto do "roberto" que o perseguia e dormia ao relento à porta dos hotéis onde os the cure estavam hospedados



(o guitarrista é o que tem as calças de gola alta)

hoje em dia as coisas mudaram e "del marquis" está na lista dos 40 homossexuais (declarados) mais famosos e claro que isto é motivo de orgulho (gay...) mas tenho a certeza que os meus pais não iam adorar a ideia se fosse eu.

eu adoro a música dos scissor sisters, acho que actualmente destaca-se bastante e tem qualidade (apesar de ser para os rolas) e apeteceu-me, por qualquer razão, saber porque é que adoptaram este nome... por isso pesquisei e descobri!



tem a ver com o tribadismo ou "scissoring" (é como se diz na gíria em estrangeiro). não fico por aqui, vou deixar a descrição retirada da wikipédia:

"Tribadismo é um acto sexual lésbico. Termo de origem grega para designar frotação ou esfregação, as praticantes têm a definição de tríbade. É o acto de roçar ou esfregar a genitália na genitália da parceira. No entanto, o tribadismo pode ser praticado em qualquer parte do corpo da outra em que o sexo consiga posicionar-se num bom ângulo."

("genitália" tem sempre piada, tal como "franga")

notas abichanadas:
- eu sempre pensei que "scissor sisters" era uma referência a "costureiras" ou assim (tou a brincar, claro que é suposto ser gay)
- declaro que "discoteca gay" daqui para a frente passa a chamar-se "cabeleireiro".
- (posto o ponto anterior...) o grande "cabeleireiro" da minha terra está envolto em polémicas porque o povo quer encerrar o estaminé mas eu não percebo bem porquê e não há-de ser por causa do barulho porque na zona não vive ninguém... será que esta gente tem alguma coisa contra o uso de plumas, gritos de esganiço ou esfincteres pouco elásticos? ("shame on them")

voltando aos the cure, new order tem alguma coisa a ver dado que são praticamente contemporâneos, são também britânicos e pertencem ao universo das minhas bandas preferidas de sempre.
tratam-se dos sobreviventes de joy division depois que o seu vocalista, ian curtis, decidiu que queria pendurar-se pelo pescoço porque era uma pessoa muito sombria, deprimida (e deprimente) e reflectia isso nas letras das suas músicas que tinham sempre a ver com tristeza, insatisfação e solidão.
era também extremamente introvertido e não se deixava arrastar facilmente para cima de um palco mas ficou conhecido pela sua dança empenhada, absorvida pela música e um pouco alucinada.


ora... como é possível que uma pessoa tão atrofiada que passava tão mal quando tinha que actuar (com direito a vómitos e diarreia) conseguia-se "libertar" daquela maneira ao ponto de contagiar e inspirar a dança de muita gente daí para a frente?

muita gente ainda o copia, é um facto (e não me façam falar do david fonseca que eriçam-me logo os nervos) mas... não passava de epilepsia! o homem tinha ataques epilépticos bastante frequentes e calhou bem porque pegou moda...

e assim é o mundo (da música)

 
rui duarte
22:56
quarta-feira
01 fev 2012

talvez.... quem sabe


 
rui duarte
11:43
domingo
29 jan 2012

a hora do lobo
o primeiro poster que aparece é de um filme de 1968 realizado por ingmar bergman cujo título, traduzido para português, é "a hora do lobo".

muito se fala neste filme mas nunca o vi e dou graças por ter aparecido nas minhas pesquisas por filmes de terror feitos no norte da europa (note-se que não tenho dado importância ao país de origem de cada um deles mas tudo vale e não me tenho arrependido)


nota sobre a hora do lobo:
"é a hora entre a noite e o amanhecer em que mais gente morre, quando o sono é mais profundo e os pesadelos mais reais. é a hora em que os que não dormem são perseguidos pelos seus medos, quando os fantasmas e os demónios são mais poderosos. também é a hora em que ocorrem mais nascimentos"


estes são os restantes filmes, optei pelo poster americano de "cold prey" (do original "fritt vilt") porque é mesmo muito melhor e apelativo que o original, até puseram a caveirinha na neve... e pelos vistos grande parte destes filmes tem mercado nos estados unidos nem que seja pelo futuro remake:


nota cinéfila:
eu prefiro quase sempre o original excepto raras excepções ("vanilla sky" foi uma delas)

 
rui duarte
00:47
domingo
29 jan 2012

balão

não tenho medo de balões e até gostava de ter um só para mim.

(tenho sim vertigens mas sempre ouvi dizer que os medos existem para serem encarados e superados)

 
rui duarte
 
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