escritas com a etiqueta "os meus heróis".
16:50
sexta-feira
02 mar 2012

a propósito de chichi na cama


isto é o livro da sarah silverman pela voz da sarah silverman.

nota escrita:
achei que seria bom partilhar, no caso de algum dia teres trezentos e quarenta e tal minutos de tempo livre e som no computador... (e também estou a guardar isto para mim, para ouvir, uma vez que ainda não consegui ler o livro... talvez porque não o encontro à venda!)

nota para clicar com o rato:
porque pode dar mais jeito, podes carregar com o cursor do rato em cima deste parágrafo para ter acesso ao livro em formato electrónico (pode não ser a coisa mais legal do mundo mas acho que os senhores da fnac não se importam)

o título completo do livro é "the bedwetter - stories of courage, redemption and pee", foi escrito com humor e espero que gostes (eu vou gostar de certeza)

humm... está em inglês, espero que não seja um entrave.

 
rui duarte
11:03
sexta-feira
02 mar 2012

a queda e o regresso do batman
o bruce wayne nunca morreu, apenas ficou incapacitado durante uns tempos, sentado numa cadeira de rodas. quem lhe deu cabo da espinha foi um génio chamado bane que sempre que precisava andar à porrada injectava-se com adrenalinas e esteróides e aquelas coisas que dão força (logo de manhã comia sopas de cavalo cansado)


nessa altura quem tomou o lugar do morcego foi o seu aprendiz Jean-Paul Valley mas é aqui que me perco um bocado... este seria o robin naquela altura? nunca cheguei a perceber.

uma ideia mais ou menos errada que se tem é que o batman actua sempre com o "rapaz maravilha" e não é bem assim, o nosso herói gosta de andar sozinho e pode-se dizer que o seu side-kick apenas surgiu para incentivar a malta nova à banda-desenhada (para os putos terem com quem se identificar nas histórias do batman)
vai fazendo as suas aparições na "dupla-dinâmica" e tem lugar cativo na bat-caverna mas o batman é "só" o batman (por curiosidade, o robin já teve tanta popularidade que tiveram que fazer uma banda desenhada só para ele)


mas voltando ao batman, o batman-provisório ensinado pelo próprio batman, deu cabo do bane em pouco tempo (penso que até o matou! o que normalmente não costuma acontecer porque o herói é sempre bonzinho) e começou a ficar violento e cada vez mais louco e paranóico... essa transformação foi imposta também no fato daquele batman que contrastou com o original na luta final.
foi nesta parte que o batman foi à bruxa (literalmente...) e conseguiu andar novamente e deu um pontapé no rabinho do seu discípulo que já era tão ou ainda mais forte que o seu professor.
depois tornou-se um herói com a sua própria banda desenhada: azrael

nota angelical:
azrael tem qualquer coisa a ver com o islão e é o nome de uma espécie de anjo ou guardião de qualquer coisa

nota culinária:
sopa de cavalo cansado leva vinho, pão e mel (segundo ouvi dizer, eheh)

nota desenhada:
esta história aconteceu em 1993, dividida em três volumes intitulados "knightfall", "knightquest" e "knightsend" (escrito assim tudo junto). eu ainda tenho alguns livrinhos destes e a ideia que fica é que tudo gira à volta do futuro azrael (que também se tornou bastante popular naquela altura)

 
rui duarte
10:28
sexta-feira
02 mar 2012

tim burton e o senhor morcego


o que nem toda a gente sabe ou lembra-se é que o tim burton já realizou dois filmes do batman:

"batman returns" (1992, com o michael keaton, o tal da michelle pfiffer e o pinguim) e "batman forever" (1995, o homem-morcego já era interpretado pelo val kilmer, acompanhado da nicole kidman, tommy lee jones e o jim carrey)

 
rui duarte
10:35
quinta-feira
01 mar 2012

o batman gosta de nespresso

pois, o george clooney já foi o homem-morcego (trata-se do pior filme do batman de sempre!)

 
rui duarte
23:49
quarta-feira
29 fev 2012

o batman foi eleito o melhor super-herói de sempre!


concordas?

 
palmira maria
15:31
terça-feira
28 fev 2012

pete doherty
é um dos meus heróis mas não sei ao certo porquê, talvez porque adoro pop britânico, toda a cena "brit" em geral, e ele tem tudo a ver.



o homem é um grande drogado, já esteve preso e acho que chegou a ter um caso com a amy whinehouse (a droga realmente queima miolos!)

é conhecido por ter namorado com a kate moss (outra drogada) e tido duas bandas de sucesso, babyshambles e the libertines (daquela música que eu gosto)

gosto da personagem e pode não ser a pessoa mais bonita do mundo mas consegue ter melhor aspecto e ser menoss irritante que o fernando alvim.

nota aos gritos:
finalmente baniram o grito da besta do fernando alvim das chamadas moche (acredito que provocou danos em muitos tímpanos), agora é uma voz suave que diz "moche" que eu ainda não percebi se é masculina ou feminina.
 
rui duarte
02:28
domingo
26 fev 2012

filosofias de internet
esta é a primeira e talvez única saída inteligente (que eu tenho conhecimento) do eusébio, a velha glória do benfica:
(não sei porque está em inglês mas também serve)



já agora, fiquei muito satisfeito com aquele empate em coimbra! que se passou com a super equipa? o super treinador já não presta?... há quem diga que a académica terminou o jogo com 11 jogadores graças a influências externas (o pinto da costa comprou o árbitro?... sim, isto é ironia)

e um facto que apesar de já ter passado algum tempo ainda tenho atravessado na garganta: morreu o senhor da apple (que fez carreira a roubar ideias) e toda a gente chorou e ficou comovida, mas pouco se ouviu falar de outro homenzinho que morreu na mesma altura e realmente inovou, revolucionou e mudou o mundo.
não estou danado com os "clientes" e simpatizantes, refiro-me principalmente à comunicação social:


uma tristeza... já nem sei como fiquei a saber que o senhor morreu mas posso garantir que não foi no telejornal ou num destaque de jornal.

acho que ainda não tinha referido que o senhor dennis ritchie é um dos meus grandes heróis e fez-me impressão uma das personagens mais importantes destas lides ter ido desta para melhor.
quase chorava quando li a simples frase de homenagem:

printf("goodbye world")


(depois explico porquê)

 
rui duarte
22:51
sexta-feira
24 fev 2012

o cavalo mais inteligente do mundo


jolly jumper, um dos meus heróis
 
rui duarte
16:05
sexta-feira
24 fev 2012

jolly jumper


(quero jogar xadrez)

 
rui duarte
09:53
quinta-feira
23 fev 2012

Durinn & Motsongir (a origem dos anões)


Durinn (soneca) e Motsognir (irritado) foram criados pelos deuses. Eles foram originalmente vermes que brotaram da carne decomposta do gigante Ymir. Estes dois anões foram os ancestrais de todos anões. A Völuspá (“A Profecia da Vidente”) da Edda em verso diz que eles foram criados do sangue e dos ossos de Blain (Blain é provavelmente um outro nome para Ymir). Eles são anões da terra e há também outro grupo de anões, que são conhecidos como anões das rochas.

 
rui duarte
18:24
segunda-feira
20 fev 2012

efemérides de 20 de fevereiro
ainda esta manhã lembrei-me disto, 20 de fevereiro pareceu-me bastante familiar por causa do temporal na ilha da madeira em 2010 (já lá vão dois anos e parece que foi ontem)

de qualquer maneira, descobri que a banda-desenhada do batman e do seu fiel amigo robin começou a ser publicada nos jornais americanos em 1944.



e estreou em 1985 o filme "brazil", do género "mind-fuck" (designação para filmes com uma lógica muito bem dissimulada ou que abordam assuntos confusos... acho que se percebe mais ou menos o que significa a designação)



muito bom! vi há poucos anos e adorei (o título completo seria qualquer coisa como: "brazil - o outro lado do sonho").
as partes boas é que se trata de um filme britânico que muita gente gostou e a acção não decorre no brasil.

e "pode-se aprisionar o corpo mas não a mente"

a música fica na cabeça:
"naaa... na-na-na-na-na-na-na-naaaaaaa..."


eu já referi este ano que detesto o carnaval? há quem adore mas acho isso deprimente, mal por mal prefiro o natal.
não vou explicar porquê mas até poderia dizer o que faria aos disfarces orgulhosos, às línguas de sogra e aos "confetes", serpentinas e balõezinhos de água...

 
rui duarte
11:29
sábado
18 fev 2012

filosofias da internet (violino)
há uns tempos um senhor sacou do seu violino na entrada de uma estação de metro em washington e tocou durante 45 minutos as peças mais elaboradas de bach (supostamente o avô do senhor que escreveu a história da gaivota). passaram por ele cerca de 1100 pessoas mas apenas 6 pessoas pararam durante cerca de um minuto (a maior parte crianças que foram puxadas pelos pais) e cerca de 20 pessoas deram esmola (o total amealhado foram 35 dólares)



o que ninguém suspeitou é que se tratou do violinista joshua bell a tocar um violino avaliado em três milhões e meio de dólares. é um dos melhores violinistas do nosso tempo que dois dias antes deu um concerto em boston onde os bilhetes mais baratos custaram 100 dólares.

foi uma experiência social organizada pelo washington post e eu não sei se aconteceu mesmo mas li na internet e acho que acredito.

as pessoas tendem a basear-se na circunstância para apreciar ou não alguma coisa, uma questão de "gosto condicionado".

 
rui duarte
13:38
domingo
12 fev 2012

whitney houston (ideias soltas)


a música é "i will always love you", uma das míticas dos anos 90 que, salvo erro, foi banda sonora do bodyguard com a própria e o kevin costner (o que é feito dele?)

isto vem a propósito da morte da cantora e já agora, a música foi escrita e interpretada originalmente pela dolly parton, uma voz da música country que me cativa



(a versão original é menos intensa mas mais sentida)

quando eu era criança fazia-me confusão as pessoas morrerem... principalmente quando não eram velhas. na minha cabecinha infantil imaginava que os corpos avariavam quando a idade estava avançada e as pessoas já estavam mesmo à espera desse final de garantia mas... porque é que as pessoas mais novas morriam?

uma criança ir desta para melhor seria impensável porque ainda não tinha tido tempo para fazer uma coisa tão má cujo castigo era a morte e essa era a minha desculpa para os não-velhos morrerem: portarem-se mal ou não tomarem conta do corpinho, não existiam cá defeitos de fabrico ou azares

mas eu também pensava que era preciso pagar para trabalhar e que não era preciso deixar dinheiro no supermercado (as filas serviam apenas para dar baixa daquilo que se levava para casa, para depois o senhor que tomava conta mandar vir mais)

eu acho que não sabia bem o que era o dinheiro.

agora já sei que estar vivo é o contrário de estar morto (à primeira vista não parece mas é uma expressão sábia) e que é preciso trabalhar para ganhar o dinheiro que se dá ao senhor do supermercado.

falando em supermercado, uma coisa que eu comprava quase sempre quando passei a fazer as minhas próprias compras eram pêssegos porque eu adoro pêssegos e não se comiam assim tanto na minha terra natal.


relacionado com isto, havia uma senhora gordinha que dormia na rua na zona do supermercado e escrevia com uma letra muito bonita e cuidada num caderno pautado de capa preta (eu gosto dos cadernos com capa preta, antigamente forravam-se com posters da revista bravo ou então imagens rasgadas das "nova gente" das mães).
em primeiro lugar fazia-me muita confusão a mulher não ter muito que comer e ser gordinha e depois também estranhava nunca a ter visto com uma garrafa de vinho ou cerveja ou isso (a tal imagem de marca dos sem-abrigo)

a senhora mantinha-se cabisbaixa mas levantava sempre a cabeça para olhar para mim e de vez em quando sorria (se calhar porque eu usava cabelo longo e barba). uma vez tomei coragem e ofereci-lhe um pêssego em que ela ferrou os dentes assim que imaginou que eu não estava a ver e eu tive vontade de chorar porque se estivesse no lugar dela também ia querer um pêssego.

irrita-me viver com a consciência de pessoas que podem comprar pêssegos mas nem precisam deles. sinceramente não acho que eu mereça estar vivo porque não faço deste mundo um sítio melhor e acho que sou egoísta por dar-me ao luxo de comer pêssegos (que eu adoro).

uma história engraçada tem a ver com a pena de morte nos estados unidos. o rei ou imperador da etiópia ficou fascinado pelas cadeiras eléctricas e mandou logo vir três. aquilo custou para cima de uma pipa de massa e chegou uns tempos depois por avião e só aí lembraram-se que não havia electricidade na abissínia (actual etiópia)
a parte engraçada é que uma das cadeiras ficou a servir de trono real (e as outras duas de reserva)

nota eléctrica:
eu nunca soube e nunca me lembrei ou dei ao trabalho de perceber o funcionamento de uma cadeira eléctrica e também como funciona a injecção letal. vou tratar disso quando me lembrar.

nota amorosa:
vem aí o dia dos namorados, não é?
há dias vi num filme que "i love you" e "i´m in love with you" são coisas diferentes.
desde aí tenho tentado arranjar tradução para isto.

nota manuscrita:
raios, nunca soube nem imagino o que é que a senhora dos pêssegos escrevia no seu caderno de capa preta. confesso que cheguei a pensar em espreitar o caderno num dia em que estivesse a dormir (acontecia muitas vezes) mas ela guardava sempre o tal caderno no meio das tralhas ou então abraçava-se a ele, iria ser uma tarefa complicada... e estive mesmo para meter conversa a esse propósito com ela mas acobardei-me de todas as vezes e depois deixei de a ver.

 
rui duarte
17:36
quinta-feira
09 fev 2012

Zeruda no Densetsu
provavelmente o melhor jogo deste género, foi criado pela nintendo em meados da década de 80 e continua a ser um dos melhores porque vai-se mantendo actualizado. a versão mais actual do jogo é para a consola wii e trata-se de um trabalho lindíssimo, a três dimensões e com efeitos gráficos e jogabilidade maravilhosa.



o género de jogo é RPG ou "role playing game" em que se desempenha o papel de uma personagem dentro de uma espécie de narrativa

gosto muito desta história, o nosso herói não passa de uma criança com muita coragem e um coração grande, a zelda é a princesa do reino que está em perigo (a razão muda de jogo para jogo, normalmente é uma personagem má que quer o trono) e há uma profecia que diz que apenas aquele que empunhar a espada mágica ou quebrar um selo ou etecetera, etecetera é que a conseguirá salvar (a história varia muito em cada jogo)

no decorrer do jogo não se vê muito a princesa zelda, até há quem diga que o jogo deveria chamar-se "a lenda de link"

mas é tudo muito poético e bonito, os japoneses sabem bem o que fazem, a começar pela banda sonora!
não sei se é por gostar tanto do jogo e ter passado tanto tempo de volta dele ao longo da vida mas acho que o tema musical do jogo é apaixonante:



esta interpretação foi feita a duas vozes no violino, tocadas pela mesmo pessoa (e depois sobrepostas, porque a rapariga só consegue tocar um violino de cada vez)
não sei quem ela é mas dá-me a impressão que concorreu a um daqueles "mostra que tens talento" na televisão e agora é uma espécie de estrela na internet (a música e o vídeo estão muito bonitos)

o que me fez lembrar a lenda da zelda?

ontem estava a navegar pela internet e quando cheguei a uma página inexistente estava a informação de "ligação morta" ("you found a dead link", muita piada...)

nota fonética:
o título desta escrita significa "a lenda de zelda" e está escrito em japonês ocidentalizado (pegam no som de cada letra e constroem palavras como um japonês as diria. "battle royale", um filme que eu gostei imenso do realizador japonês que eu mais gosto e o único que eu sei o nome de cor, tem o título original "batoro royaru")

trabalho de casa:
terás que fazer uma pesquisa utilizando a ferramenta para esse efeito nesta página, à direita desta escrita, pela palavra "zelda"

ainda mais uma nota:
diz que para estarmos realmente especializados em alguma coisa temos que lhe dedicar 10000 horas (escrevi isto só para não me esquecer, depois já cá volto a este assunto...)

 
rui duarte
19:20
quarta-feira
08 fev 2012

"espelho meu, espelho meu..."


(não há, não)

 
rui duarte
13:49
quinta-feira
02 fev 2012

a evolução da dança com tesouras (o que é o tribadismo?)
a propósito de the cure e do seu vocalista, robert smith (o ursinho gótico), há dias estive a ver "stalkers" famosos deste senhor (em português diz-se "perseguidor") e encontrei um caso bastante recente em que o cantor chegou a casa e tinha um bando de gente a tirar fotografias... e é claro que ficou danado mas não fez queixa à polícia e até lhes deu uma boleia até ao vilarejo mais próximo (abstenho-me de mais comentários...)



e também descobri que um senhor com o nome artístico "del marquis", guitarrista e fundador dos scissor sisters, antes de ter o seu próprio sucesso gostava tanto do "roberto" que o perseguia e dormia ao relento à porta dos hotéis onde os the cure estavam hospedados



(o guitarrista é o que tem as calças de gola alta)

hoje em dia as coisas mudaram e "del marquis" está na lista dos 40 homossexuais (declarados) mais famosos e claro que isto é motivo de orgulho (gay...) mas tenho a certeza que os meus pais não iam adorar a ideia se fosse eu.

eu adoro a música dos scissor sisters, acho que actualmente destaca-se bastante e tem qualidade (apesar de ser para os rolas) e apeteceu-me, por qualquer razão, saber porque é que adoptaram este nome... por isso pesquisei e descobri!



tem a ver com o tribadismo ou "scissoring" (é como se diz na gíria em estrangeiro). não fico por aqui, vou deixar a descrição retirada da wikipédia:

"Tribadismo é um acto sexual lésbico. Termo de origem grega para designar frotação ou esfregação, as praticantes têm a definição de tríbade. É o acto de roçar ou esfregar a genitália na genitália da parceira. No entanto, o tribadismo pode ser praticado em qualquer parte do corpo da outra em que o sexo consiga posicionar-se num bom ângulo."

("genitália" tem sempre piada, tal como "franga")

notas abichanadas:
- eu sempre pensei que "scissor sisters" era uma referência a "costureiras" ou assim (tou a brincar, claro que é suposto ser gay)
- declaro que "discoteca gay" daqui para a frente passa a chamar-se "cabeleireiro".
- (posto o ponto anterior...) o grande "cabeleireiro" da minha terra está envolto em polémicas porque o povo quer encerrar o estaminé mas eu não percebo bem porquê e não há-de ser por causa do barulho porque na zona não vive ninguém... será que esta gente tem alguma coisa contra o uso de plumas, gritos de esganiço ou esfincteres pouco elásticos? ("shame on them")

voltando aos the cure, new order tem alguma coisa a ver dado que são praticamente contemporâneos, são também britânicos e pertencem ao universo das minhas bandas preferidas de sempre.
tratam-se dos sobreviventes de joy division depois que o seu vocalista, ian curtis, decidiu que queria pendurar-se pelo pescoço porque era uma pessoa muito sombria, deprimida (e deprimente) e reflectia isso nas letras das suas músicas que tinham sempre a ver com tristeza, insatisfação e solidão.
era também extremamente introvertido e não se deixava arrastar facilmente para cima de um palco mas ficou conhecido pela sua dança empenhada, absorvida pela música e um pouco alucinada.


ora... como é possível que uma pessoa tão atrofiada que passava tão mal quando tinha que actuar (com direito a vómitos e diarreia) conseguia-se "libertar" daquela maneira ao ponto de contagiar e inspirar a dança de muita gente daí para a frente?

muita gente ainda o copia, é um facto (e não me façam falar do david fonseca que eriçam-me logo os nervos) mas... não passava de epilepsia! o homem tinha ataques epilépticos bastante frequentes e calhou bem porque pegou moda...

e assim é o mundo (da música)

 
rui duarte
14:57
quinta-feira
26 jan 2012

bidé (vem do francês, "bidet")
ontem ouvi dizer que o bidé é uma invenção portuguesa porque não se encontra em mais país nenhum (assim dizia o carlos que sustenta esta teoria).
fui investigar à wikipédia e assim aprendi:


O bidé destina-se à lavagem das partes inferiores do tronco (partes íntimas) assim como os pés.

Marc-Antoine Jacoud é conhecido como o inventor do bidé mas existem teorias de que seu inventor seja Christophe Des Rosiers. Trata-se de uma invenção francesa do final do século XVII ou no começo do século XVIII, foi criado por marceneiros da Família Real Francesa, para a rainha da França que se sentia "suja" por não ter um recipiente para lavar suas partes íntimas. Os marceneiros reais criaram uma peça em madeira adaptada ao corpo real. A mais antiga referência escrita de que se tem notícia a respeito do bidé data de 1710.

Por volta de 1900, graças à melhoria no sistema de encanamento das cidades, o bidé saiu do quarto e foi para a casa-de-banho.

nota histórica:
há uma história bastante conhecida em torno de uma visita da então jovem rainha de inglaterra a portugal que ficou bastante surpreendida com aquele objecto no quarto de banho do hotel, perguntou aos funcionários e explicaram-lhe que servia para o banho checo ("chec-chec-chec...")

eu acho que tem muita lógica aquilo estar na casa de banho, bendito seja o bidé.

 
rui duarte
 
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rui duarte

palmira maria