escritas com a etiqueta "hoje sinto-me...".
13:08
terça-feira
20 mar 2012

marimekko


 
rui duarte
10:22
terça-feira
20 mar 2012

primeiro dia da primavera

e claro que o senhor google não se esquece destas ocasiões bonitas (e que normalmente as pessoas não ligam)

este doodle foi desenhado por "marimekko" e eu pensei que fosse um japonoca que adoptou um nome só, tal como a madonna ou a cher, mas não...


é uma marca de roupa finlandesa que teve imenso sucesso nos anos 60 e 70, até porque ditou a moda daquela época (já se está a ver, padrões grandes e com cores contrastantes) e por qualquer razão a ideia agradou-me bastante.

bom primeiro dia de primavera!

 
rui duarte
09:53
segunda-feira
19 mar 2012



 
rui duarte
11:42
domingo
18 mar 2012



 
rui duarte
22:13
sexta-feira
16 mar 2012



 
palmira maria
22:09
quinta-feira
15 mar 2012

"Não gosto disto!"


 
palmira maria
00:31
quinta-feira
15 mar 2012

o meu aniversário começou com a prenda mais bonita


lindo e maravilhoso, acredita.

 
rui duarte
09:31
terça-feira
13 mar 2012

hoje sinto-me...


...com sono, muito, muito sono.

 
rui duarte
19:24
segunda-feira
12 mar 2012



 
rui duarte
10:03
segunda-feira
12 mar 2012

bom dia, alegria


tenho saudades de um passeio pela natureza.

nota natural:
esta é a levado dos lamaceiros no porto moniz (na costa norte da ilha da madeira)

 
rui duarte
23:51
sábado
10 mar 2012

uma pirata!


 
palmira maria
09:04
sexta-feira
09 mar 2012

nuvens


"Acabaste d sair das nuvens e esse foi o local onde me deixaste..."

 
rui duarte
10:35
sábado
03 mar 2012

nervoso, de certeza


nota fotográfica:
esta foto foi tirada pelo celso e roubada do perfil dele no google+

 
rui duarte às 21:23 de 01 mar 2012 (quinta-feira)
19:45
quinta-feira
01 mar 2012



 
rui duarte
23:17
segunda-feira
27 fev 2012

jeito nas costas/pescoço

é no que dá dormir todo torto...

 
rui duarte
13:51
domingo
26 fev 2012

porto vs feirense


o jogo é no estádio do dragão, passa na sportv hoje às 20h15, e é o pretexto ideal para uma ida à tasca.

nota geográfica:
o clube desportivo feirense foi fundado a 19 de março de 1918 em santa maria da feira

 
rui duarte
21:19
sábado
25 fev 2012

olha o que encontrei
Estive a vasculhar o meu computador e encontrei este texto que escrevi para um trabalho de uma cadeira que tive. Vais achar aborrecido e pretensioso mas quando o reli, voltei a acreditar em mim e nas minhas capacidades e no gosto que tenho por estes temas, só é pena estar a vender cafés e a estupidificar-me. Aqui fica a prova que eu sou um pouco mais do que isto, e eu sei que tu sabes! :)



“ A Deus o que é de Deus e a César o que é de César”.

O estado cristão e o estado burguês são duas pré-figurações do Estado, assim existem dois tipos de atitudes possíveis: o Estado que assume tarefas que o não-estado na sua pretensão reivindica para si; e o estado indiferente, ou neutro.
No que se refere à esfera religiosa, estas duas atitudes dão lugar às duas figuras do Estado confessional e o do Estado laico. O Estado confessional ao assumir uma determinada religião como religião do Estado, preocupa-se com o comportamento dos seus súbditos e, com esse objectivo, controla os actos externos, as opiniões, os escritos, impedindo todas as manifestações de divergência e perseguindo os dissidentes.
A Lei da separação do Estado das Igrejas não tinha como único objectivo e/ou motivação, a laicização estatal. O seu conteúdo e aplicação assumiram uma forma violenta e despropositada contra a instituição da Igreja Católica.
A referida lei propunha claramente uma tentativa de laicização da vida pública, em nome da satisfação das aspirações liberais e democráticas, que o regime Republicano incorporava e representava.
O Estado republicano, apesar dos seus ímpetos laicizadores, assemelhou-se a um Estado confessional pois tal como neste, preocupou-se com o comportamento dos seus súbditos e, com esse objectivo, controlou os actos externos, as opiniões, os escritos, impedindo todas as manifestações de divergência e perseguindo os dissidentes.
A separação das Igrejas do Estado, que constitui um avanço civilizacional fundamental, não implica a proibição do reconhecimento do papel público das religiões nem impede várias formas de colaboração entre o Estado e as Igrejas.
A maioria das disposições estabelecidas na referida lei era particularmente humilhante para a Igreja Católica. A lei de separação de 1911- considerada por muitos a pedra angular do novo regime - fora precedida de várias outras leis que claramente testemunhavam da política anti-clerical da I República.
Para Afonso Costa, inspirado por Clemenceu, a ideia de dar a Deus o que é de Deus e a César o que é de César, só poderia ser levado a cabo, se a César pertencesse tudo.


 
palmira maria
 
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rui duarte

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