escritas com a etiqueta "inspirações".
22:51
segunda-feira
25 fev 2013

o meu quarto vai ficar ainda melhor




 
palmira maria
15:03
domingo
17 fev 2013

a solução (2x2x2)


porque já me estou a passar (teoria: todos os problemas complicados têm uma abordagem lógica e racional que os torna simples e "lidáveis")

 
rui duarte
15:00
domingo
17 fev 2013

cubo 2x2x2

(confuso e desesperado)

 
rui duarte
11:20
sábado
16 fev 2013

"see you tomorrow, be good. i love you"
estas foram as últimas palavras do alex, o papagaio mais inteligente que o mundo conheceu. dirigiu-as à sua única dona.



morreu em 2007 com 31 anos. tão bonito.

 
rui duarte
11:37
quarta-feira
13 fev 2013



 
rui duarte
12:31
segunda-feira
04 fev 2013

starbucks e um "vício"


a cena do talão de hoje dar um desconto de 50% numa bebida amanhã é muito inteligente mas estou mesmo a ver o esquema. mesmo que uma bebida que custa 3 euros e pouco (o café mocca, no copo mais pequeno) fica a mais que um euro e cinquenta, que é imenso para uma porcaria de um café com leite, chocolate e chantilly.

a cena é que no primeiro dia pago os três euros e daí para a frente obrigam-me a ir lá todos os dias para manter o desconto de 50% que mesmo assim lhes dá um lucro enorme. se falhar um dia que seja tenho que voltar a pagar o preço de uma bebida (que pode custar apenas um euro).

por qualquer razão senti-me enganado ou manipulado... e não gosto da sensação mas enquanto me lembrar não volta a acontecer.



outra coisa:
todas as imagens que encontrei de copos do starbucks com um nome escrito não têm smiley (mais uma coisa muito estúpida que anda para aí à solta, porque é bem mais fácil escrever um sorriso do que o fazer, mesmo que seja falso)
nunca me tinham feito smileys nos copos do starbucks e posso dizer que disso gostei mas fiquei a pensar que é uma cena de cascais.

ia-me esquecendo do "vício" no título:
porque é que é "bem" tomar café numa rede de café norte-americana? porque o café sabe bem melhor ou porque somos muito bem tratados?... acho que não, porque nem toda a gente está disposta a pagar por um café inflacionado que se baseia numa imagem.
a falar verdade, senti-me mal naquele espaço cheio de pessoas normais que se transfiguram assim que adquirem o poder de se sentar naqueles sofás e tendem a fazer-se da casa porque "estão à vontade" (é um hábito?)

okay, reservo-me o direito de não me expor a estes pensamentos. não quero um mundo assim para mim.

 
rui duarte
11:57
sexta-feira
01 fev 2013

coisas que se diz ou devia dizer
eu gosto destas coisas, não porque ache que faz alguma diferença se forem postas em prática mas porque dá uma certa satisfação pensar que o vidro do nosso telhado aguenta mais pedras que os outros (ou então, que mandem pedras à vontade porque não me importo e nem entro em lutas com pedras).
muitas destas coisas que vou lendo fazem-me pensar um bocadinho antes de abrir a boca ou tomar certa decisão (mas, mais uma vez, vai dar ao mesmo).

gostei de ler principalmente porque está em português de portugal (uma espécie em vias de extinção) e copiei o artigo completo porque não tenho pachorra para seleccionar:



Quer fazer uma grande diferença na vida de alguém? Aqui estão coisas que deveria dizer todos os dias aos seus colaboradores, colegas, família, amigos e toda a gente com quem se preocupa:

“Aqui está o que eu penso.”

É a sua pessoa que está no comando, mas isso não significa que é mais inteligente, informado ou perspicaz que todos os outros. Reveja as suas frases e decisões. Dê razões. Justifique-se com lógica e não com posição ou autoridade.
Apesar de levar algum tempo a explicar as suas decisões, abrir o jogo e essas decisões para discussão ou critica, também possibilita a melhoria das suas decisões.
A autoridade pode fazer com que esteja “certo”, mas a colaboração faz com que todos estejam certos – e faz com que todos puxem para o mesmo lado.

“Estava errado.”

Certa vez surgiu-me uma ideia que pensava ser um plano incrível para melhorar a produtividade como um todo, movendo uma equipa inteira para uma disposição diferente da atual numa linha de produção em aberto. A inconveniência para a equipa era considerável, mas a recompensa parecia valer a pena. No papel, era perfeito.
Na prática, não era.
Então, algumas semanas mais tarde encontrei-me com a equipa e disse:”Eu sei que não pensaram que isto iria funcionar, e estavam certos. Eu estava errado. Vamos voltar para a vossa disposição original.”
Senti-me péssimo. Senti-me estúpido. Tinha a certeza que acabava de perder todo o respeito que tinham por mim.
Acontece que estava errado sobre isso, também. Mais tarde, um funcionário disse-me:”Não sei quem você é, mas o facto de estar disponível para admitir que estava errado disse-me tudo o que precisava de saber.”
Quando estiver errado, diga que está errado. Não vai perder o respeito – vai ganhá-lo.

“Isso é fantástico.”

Ninguém recebe elogios suficientes. Ninguém. Escolha alguém – qualquer um – que faz ou fez algo bem e diga, “Uau, isso foi fantástico, como é que fez…”
E sinta-se livre para voltar atrás no tempo. Por exemplo, “há uns tempos, estava a pensar em como lidou com a questão do colaborador no mês passado…” pode não só ter um impato positivo hoje como poderá ter mais tarde. (Pode ter um grande impato porque mostra que ainda se lembra do que aconteceu no mês passado e que ainda pensa sobre isso.)
O louvor é um presente que custa a quem o dá, mas tem um valor inestimável para quem o recebe. Comece a louvar. As pessoas à sua volta vão gostar de si por isso – e você passará a gostar um pouco mais de si também.

“Seja bem-vindo.”

Pense sobre o momento em que deu uma prenda a alguém e o recetor pareceu desconfortável ou estranho. A reação dele tirou-lhe um pouco do seu entusiasmo, certo?
Pode acontecer-lhe a mesma coisa sempre que lhe agradecem, cumprimentam ou elogiam. Não estrague o momento ou a diversão da outra pessoa. Ser o centro das atenções pode fazer com que se sinta desconfortável ou inseguro, mas tudo o que tem a fazer é um contato olhos nos olhos e dizer: “Obrigado.” ou um contato ocular e dizer: “Seja bem-vindo. O prazer é todo meu.”
Não deixe que os agradecimentos, congratulações ou elogios sejam tudo sobre si. Torne-os um pouco sobre a outra pessoa também.

“Pode ajudar-me?”

Quando precisa de ajuda, independentemente do tipo de ajuda que precise ou da pessoa que precise, apenas diga, com sinceridade e humildade, “pode ajudar-me?”
Prometo que vai conseguir a ajuda pretendida. E no processo vai ainda mostrar vulnerabilidade, respeito, e uma disposição para ouvir – o que, aliás, são todas as qualidades de um grande líder.
E são todas as qualidades de um grande amigo.

“Sinto muito.”

Todos nós cometemos erros, então todos nós temos razões para sentirmos a necessidade de nos desculpar: palavras, ações, omissões, falhas em melhorar, mostrar apoio…
Diga que lamenta e peça desculpa.
Mas nunca seguir um pedido de desculpas com um aviso tipo “mas eu estava verdadeiramente chateado porque…” ou “mas eu pensei que estava a…” ou qualquer outra frase que, de alguma forma, tente colocar o mínimo de culpa possível na outra pessoa.
Peça desculpa, diga qual a razão, e fique com todas as culpas. Nem mais nem menos.
Depois, ambos vão querer começar tudo de novo, felizes da vida.

“Pode mostrar-me?”

Os conselhos são temporários, o conhecimento é para sempre. Saber o que fazer ajuda, mas saber como ou porque fazer significa tudo.
Quando pede para ser ensinado ou que lhe mostrem qualquer coisa, acontecem várias coisas: implicitamente está a mostrar que respeita a pessoa que dá o conselho, mostra que confia na sua experiência, habilidade e conhecimento, e começa a avaliar melhor o valor do conselho.
Não basta pedir por informação. Peça para que lhe ensinem ou treinem ou mostrem.
Aí, ambos saem a ganhar.

“Deixe-me dar-lhe uma mão.”

Muitas pessoas vêem o pedido de ajuda como um sinal de fraqueza. Então, existem muitas pessoas a hesitar em pedir ajuda.
Mas todos precisamos de ajuda.
Não basta dizer: “há algo em que possa ajudar?” A maioria das pessoas irá dar-lhe uma resposta reflexiva e automática “Não, estou apenas a procurar,” tipicamente dada aos vendedores nas lojas e concluir com: “Não, está tudo bem.”
Seja específico. Encontre algo em que pode realmente ajudar. Diga “tenho alguns minutos. Posso ajudá-lo a terminar isso?” Ofereça de uma forma que transmita um espírito colaborativo, e não paternalista ou gratuito. Modele o comportamento que quer ver nos seus colaboradores.
Depois arregace as mangas e ajude.

“Gosto de ti.”

Não, não no trabalho, mas em todos os lugares que o quer dizer – e todas as vezes que o sinta.

Nada.

Por vezes, a melhor coisa a fazer é não dizer nada. Se está chateado, frustrado, ou com raiva, fique calado. Poderá pensar que um pouco de ar o fará sentir melhor, mas nunca faz.
Esta ideia é especialmente verdadeira quando os seus colaboradores estão em causa. Os resultados vêm e vão, mas os sentimentos são para sempre. Critique um colaborador num ambiente de grupo e irá parecer-lhe que, eventualmente, ele percebeu a mensagem, mas por dentro, ele não percebeu. Nem vai perceber.
Antes de falar, gaste mais tempo a considerar como os colaboradores irão pensar e sentir em vez de avaliar se a decisão faz sentido. Poderá facilmente recuperar de um erro cometido por causa de dados imprecisos ou projeções mal realizadas.
No entanto, nunca irá recuperar de um erro infligindo a auto-estima do colaborador
Fique quieto até que saiba exatamente o que dizer – e o efeito exato que as suas palavras terão.

 
rui duarte
11:26
sexta-feira
01 fev 2013




 
rui duarte
16:18
quarta-feira
30 jan 2013

o poder do nosso cérebro espantoso


sim... a nossa "unidade de controlo" é um órgão com 2 terços de gordura e diz que os pensamentos são reais

 
rui duarte
16:09
domingo
13 jan 2013

han solo


 
rui duarte
15:51
domingo
13 jan 2013

assim disse o freud (ou não)

"O que Pedro pensa de Paulo, diz mais sobre Pedro do que Paulo"

é uma frase que se crê da autoria de freud mas apareceu bastante recentemente.
a frase original pertence a uma senhora francesa chamada lise bordeau que escreve livros da treta sobre inspiração e motivação, na sua forma original: "Ce que Pierre pense de Paul en dit plus sur Pierre que sur Paul"

eu cheguei a esta conclusão sozinho, que quando alguém nos diz mal de outra pessoa está a denunciar a sua maneira de ver e avaliar os outros e o que diz sobre a outra acaba por não ter importância porque apenas o podemos confirmar com a nossa experiência (um facto que faz parte da nossa natureza é que todas as pessoas, além de idiotas, são potenciais aldrabões)

outra frase indevidamente atribuída a freud foi escrita por william gibson, um escritor de ficção científica que celebra o seu aniversário dois dias depois de mim (no dia de são patrício):

"Antes de ser diagnosticado com depressão ou baixa estima, certifique-se de que não está rodeado por idiotas."

(uma inspiração que se comprova de vez em quando e dá um bocadinho de estima própria... porque sabe bem ter provas que somos uma maioria de idiotas e "eu" não sou assim tão idiota - mas não serve de nada)

para terminar, a última frase atribuída a este senhor que fumava como um cavalo, não gostava de quem não era fumador e dizia que os cigarros simbolizam o pénis porque são cilíndricos e em forma de tubo, com uma ponta quente e vermelha donde sai fumo como se fosse sémen:

"por vezes um cigarro é apenas um cigarro"

ora... esta frase apareceu pela primeira vez num jornal importante e com muito crédito, cerca de 10 anos após a morte do psicanalista e foi citada a partir daí. basta um pateta lembrar-se de mandar uma patagoada para ser verdade daí para a frente (e é também por isto que eu acho que devia haver uma distinção entre o que aparece na internet em português de portugal e em "brasileiro", porque eles são muitos mais e dali vem mais có-có - ao menos uma página na wikipédia independente porque já passou o limite do erro humano)

estou farto de ver erros claros que surgem da ignorância e falta de brio (já vi dizerem que certa música do lionel richie é do bob marley, só para dar um exemplo)

sumário:
não acreditar em tudo o que se lê e, em relação ao senhor freud (um charlatão), uma pessoa torna-se uma autoridade quando a sua audiência é ainda mais idiota do que ela.

 
rui duarte
15:17
quarta-feira
09 jan 2013

othello (ou reversi)
não sei explicar as regras assim de repente mas posso dizer que não tem nada a ver com damas ou xadrês (é muito diferente mas não deixa de ser extremamente táctico - eu acho que a estratégia perfeita é deixar que o adversário pense que está a ganhar)



ia investigar o nome em chinês (ou outra língua asiática qualquer - e eu sei que é mandarim que se diz) mas descobri que se trata de uma coisa recente, com origem no japão e chamam-lhe só othello:

"When Japanese Salesman Goro Hasegawa, 44, invented his simple board game in 1971, his father, a Shakespearean scholar, duly noted that the appeal of the game was based on a series of "dramatic reversals." Perhaps, he suggested, it should be called Othello"

também descobri que existe campeonato mundial (todos os anos desde 1977) e o campeão mundial dos homens tem 27 anos, é um barbeiro japonês e não tem vida social e, nos femininos, a campeã em título é sueca (mas eu estava à espera que fosse asiática ou então uma pessoa "especial")

 
rui duarte
04:15
segunda-feira
07 jan 2013

mia e vincent


M: Don`t you just hate that?
V: Hate what?
M: Uncomfortable silences. Why do we feel necessary to yak about bullshit in order to be confortable?
V: I don`t know. Thats a good question.
M: That`s when you know you found someone really special. When you can just shut the fuck up for a minute and confortably share silence.

 
rui duarte
12:54
sábado
05 jan 2013




 
rui duarte
12:43
sábado
05 jan 2013

o coiote e o papa-léguas
este era um dos desenhos animados que eu mais gostava quando era criança. um pequeno resumo retirado da wikipédia:

"Wile E. Coyote (also known simply as "The Coyote") and The Road Runner are a duo of cartoon characters from a series of Looney Tunes and Merrie Melodies cartoons. The characters (a coyote and Greater Roadrunner) were created by animation director Chuck Jones in 1948 for Warner Bros., while the template for their adventures was the work of writer Michael Maltese. The characters star in a long-running series of theatrical cartoon shorts (the first 16 of which were written by Maltese) and occasional made-for-television cartoons."

no início de cada episódio eram apresentados pelos seus nomes fictícios em latim, por exemplo "Acceleratii incredibus" e "Carnivorous vulgaris" (estes nomes eram inventados e variavam muito de episódio para episódio) mas houve um episódio em que utilizaram os nomes verdadeiros em latim, foi "The Whizzard of Ow", um filme curto feito logo depois da morte do criador e realizador destes desenhos animados, chuck jones.



os nomes verdadeiros são:


geococcyx californianus (papa-léguas) e canis latrans (coiote). os bonecos ficaram bastante parecidos.

nota ensinada:
a grande moral destes desenhos animados era,



a gravidade só funciona quando se olha para baixo (não é grande coisa, não passava do mesmo mas dava para rir)

 
rui duarte
18:17
domingo
30 dez 2012

o quebra-nozes
"Щелкунчик (Shchelkunchik, O Quebra-Nozes) é um dos três balés que Tchaikovsky compôs. Foi estreado em 17 de dezembro de 1892 no Teatro Mariinsky, em São Petersburgo, então a capital da Rússia imperial." (retirado da wikipédia)

O ballet conta as aventuras de um quebra-nozes de aparência humana, vestido como um soldado. A protagonista, Clara, gostou tanto dele que o pediu como presente de Natal ao seu padrinho. Assim, o senhor Herr Dosslmeyer, fabricante de relógios, disse: "Era precisamente para ti". A Clara experimenta-o e vê que ele quebra as nozes sempre sem perder o seu sorriso e também com grande eficácia. O seu irmão Fritz, que tinha visto o quebra-nozes, também quis usá-lo, mas escolheu as nozes maiores que havia no cesto e parte-lhe um dos braços. Então, o pai, o juiz Stahlbaun, entrega à filha o seu quebra-nozes como propriedade exclusiva, tendo Fritz que sair para brincar com os seus brinquedos.
Depois a Clara encontra o braço e abraçou o quebra nozes até adormecer e sonha que aparecem muitas ratazanas enormes. A casa desapareceu e ficaram árvores enormes no sítio onde estavam os móveis e não foi só isso que mudou: o Quebra-Nozes de Clara agora é um soldado de carne e osso e tem às suas ordens um pelotão de soldados como ele.
Começa uma batalha entre as ratazanas e o pelotão do Quebra-Nozes mas os soldados vencem a batalha com sapatos enormes que atiram às ratazanas, obrigando-as e ao seu rei a fugir.
O bosque torna-se numa linda estufa de inverno e o Quebra-Nozes transforma-se num lindo príncipe, que leva Clara até o Reino das Neves, onde a apresenta ao rei e à rainha (Fim do 1º Acto).
Clara e o príncipe Quebra-Nozes seguem para o Reino dos Doces pelo Caminho da Limonada, onde muitos pastéis de todos os reinos do mundo dançam com os dois.
Depois desse sonho tão mágico e fantástico, Clara acorda e percebe que estava a sonhar, e fica triste. Vai-se despedir do padrinho que tinha ido para casa na companhia do sobrinho. Então, para surpresa de Clara, o tal sobrinho é o príncipe Quebra-Nozes. (Assim acaba o 2º e último Acto)

(posso acrescentar que estou com um desgosto de encontrar um artigo tão mal escrito na wikipédia, tentei traduzir para português de portugal e adaptar o texto ao máximo mas acho que mais valia ter escrito de novo - é vergonhoso e embaraçoso ter que ler este conteúdo assim)

uma piada relacionada com quebra nozes:



outra cena russa tradicional são as bonecas matryoshka (não tenho a certeza que é assim que se escreve mas é parecido), uma dentro da outra.



gosto muito de coisas feitas em madeira (e, falando nisso, da entrada pequenina do imaginarium)



 
rui duarte
16:06
domingo
30 dez 2012

pauzinhos chineses


sou o teu orgulho, não sou?



como diria o senhor miyagi, "aquele que consegue apanhar uma mosca com pauzinhos do chinês, consegue qualquer coisa"

(uma nota minha: a mosca tem que estar viva)

 
rui duarte
 
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rui duarte

palmira maria